sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Colcha de Retalhos E 50

                              
Miriam Leitão recebe Prêmio


       A jornalista Miriam Leitão recebeu a 22 de novembro corrente o Prêmio da Associação Nacional de Jornais, Liberdade de Imprensa.
       Miriam foi alvo de hostilidades por parte de militantes do PT em junho - cobertas pelo blog - e do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), na semana passada.

       Além da já reportada hostilização por delegados que participaram  do 6º Congresso Nacional do PT, e que regressavam em  voo de Brasília para o Rio, na semana passada, Miriam voltou a ser alvo de ofensas, desta feita pelo deputado Jair Bolsonaro, que a insultou nas redes sociais, em razão de críticas da colunista de O Globo à falta de conhecimento do parlamentar na área econômica.
         Miriam recebeu o prêmio das mãos do Vice-presidente e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão da entidade, Francisco Mesquita Neto, presidente do Grupo Estado.

          A tal propósito, disse Francisco Mesquita Neto: "As sucessivas crises políticas e econômicas no País alimentaram a desconfiança da sociedade civil em relação às instituições e fortalecem o instituto liberticida de uma parcela minoritária da população, que não compreende  ou finge não compreender o verdadeiro papel da imprensa para a manutenção da democracia", afirmou. E nesse sentido,  completou Mesquita Neto: " É uma minoria ruidosa, composta por diversas cores políticas, que usa as redes sociais co-mo instrumento para intimidar adversários, disseminar ideais autoritários e difundir informações mentirosas ou distorcidas" completou Mesquita.


A estranha Morte do Diplomata Paulo Dionísio    


           O jornalista Eumano Silva levantou os antecedentes da estranha morte do diplomata Paulo Dionísio de Vasconcelos.  Tinha 34 anos, era Segundo Secretário na missão brasileira na Haia, quando foi encontrado no seu carro Lancia, a quatro de agosto de 1970, com profundo corte no pescoço.  Rapidamente, a polícia da Holanda concluíu tratar-se de suicídio.

                 Nesse contexto, a apuração do óbito desprezou  provas de uma suposta chantagem ou conspiração contra Paulo Dionísio. Tampouco as pistas que levavam a Londres jamais foram investigadas, e o caso foi encerrado.

                A tal propósito, o livro de Eumano Silva intentou  levar adiante a investigação desse óbito. Mas, como relata o artigo, e por uma série de circunstâncias, muitas perguntas ficam sem resposta.


( Fonte: O Estado de S. Paulo )

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