quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Discurso de Bolsonaro em Davos


                              

     Conforme prometera,  o presidente Jair Bolsonaro fez no Fórum Econômico Mundial, em Davos, discurso breve, de cerca seis minutos.
       Ele se ateve a generalidades, enfatizando a necessidade de uma abertura comercial  do País, a importância das reformas estruturais e a preocupação com o meio ambiente.
       O caráter vago sobre o modus faciendi e a temporalidade das reformas, condicionada pelo laconismo da apresentação,  teve a complementação do Ministro Paulo Guedes, da Economia,  que transmitiu mensagem algo mais direta ao mercado, máxime sobre a chave, que é a reforma da Previdência.
        Dessarte, em almoço com investidores, Guedes declarou que haverá consenso no Congresso para aprovar as mudanças nas regras da aposentadoria, e que contará com o apoio dos governadores.
         Por outro lado, a executivos de multinacionais,  o presidente - e seus ministros - afirmaram que o projeto em tela será apresentado nos primeiros dias da próxima legislatura.
          No que concerne ao Meio Ambiente,  Bolsonaro adiantou que "por ora" o Brasil permanecerá no Acordo de Paris. Defendeu, no entanto, a expansão do agronegócio com respeito ao meio ambiente.
          Embora tal assertiva, na sua vagueza,  não traga garantias para o meio ambiente, e em especial na Amazônia,  é a que se dispõe no momento, no latifúndio Brasil. O que faz descortinar lutas para o futuro.

( Fontes: O Globo, Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo )

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