sábado, 23 de fevereiro de 2019

Maduro impede a entrada de ajuda



           O ditador Nicolás Maduro agiu conforme a própria natureza, e após ter assegurado o apoio do general Padrino, Ministro da  Defesa e, em consequência, das Forças Armadas venezuelanas, barrou a entrada da ajuda humanitária ao seu próprio Povo, valendo-se das mentiras habituais para negar aos seus compatriotas, o que mais necessitam - comida e medicamentos.
              A população venezuelana, sob o acosso da hiperinflação,  e da consequente desordem imperante nas finanças e na economia do país, tem necessidade extrema de alimentos.Desnutrida, é pasto fácil das doenças oportunistas que velam à cabeceira dos miseráveis, e, por conseguinte, daqueles cujo organismo debilitado é um espaço aberto e desguardado para todo tipo de enfermidade.

               Ao ler dos propósitos do presidente interino, Juan Guaidós, que ousava esperar contra as múltiplas indicações  de que este ser cruel que o moribundo Chávez impingira à própria população, preferi não expressar o que me dizia a razão, esperando contra o bom-senso que Guaidós com o seu empenho e força da verdade lograria preponderar contra as hostes do tirano.
                 Não sei se houve episódios - um talvez bastasse para desencadear a reação do bom senso contra a entranhada mesquinhez do tirano - mas até o presente não parece que na terra da fome e dos hospitais desprovidos - até poderosos militares da terra de Bolivar têm de correr para os hospitais de Roraima, se querem tratamento médico confiável - as fileiras dos centauros chavistas se cerraram, para que fome e  doença continuem a imperar.

                  Ao findar essas linhas - que esperavam contra o próprio conhecimento e a brutal afirmação do império da bestialidade - para quem negar tratamento médico e alimentos é afirmação de soberania - em que esperava, repito, contra o próprio conhecimento que nessa data a natureza que predispõe à ajuda e ao empenho em prol dos necessitados de algum inesperado modo prevaleceria contra esse egoismo sem limites, imaginando que a coragem de Guaidós e a ajuda humanitária encontrariam alguém em que o mando não tolde nem obscureça a razão, e que a muralha do ignóbil conformismo e da vergonha não resistiria.

                       Será que o medo é assim tão forte a ponto de levar de roldão  o discernimento dos que detêm armas em que a divisa da Venezuela está inscrita?  

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